Cambodja: Templo de Bayon e Ta Prohm

Duas crianças que andavam a deambular pelo templo de Bayon

Um dos 216 rostos de Buda

O "trânsito" na estrada que passa o lado do tempo de Bayon
Ainda há para qui muito trabalhando de arqueologia e reconstrução para fazer.

Fui visitar os templos de Bayon (em cima) e Ta Prohm (e baixo) depois do bafo quente que se faz sentir a meio do dia, já rondavam as 14h30. Havia muito menos pessoas do que em Angkor Watt e, talvez por isso mesmo, gostei mais deste monumentos. Ainda visitei um outro que estava literalmente às moscas, era só eu e a S. no recinto, mas não me recordo do nome porque eles são ais que muitos. Há tantos mas tantos templos que é fácil começar a tocar os nomes. Mas é fácil recorrestes dois de aqui falo. Construído no final do séc. XII, durante o reinado de Jayavarman VII, o templo de Bayon fica no centro da antiga cidade Angkor Thom e contém 54 torres e mais de 200 faces de Buda o que lhe dá um look completamente diferente dos outros que o rodeiam. O templo de Ta Prohm serviu de mosteiro e universidade budista mas foi parcialmente destruído depois do rei Jyavarman adotar religião hindu. No séc. XV o complexo de templos foi abandonado e as razões das árvores abraçaram alguns dos edifícios. quando, no séc. XIX, os franceses aqui chegaram e descobriram este templo, gostaram tanto do efeito das raízes a envolver a pedra que decidiram deixá-las assim mesmo. Algumas arvores tiveram mesmo de ser cortadas para abrir caminho, mas muitas das raízes ficaram precisamente para manter o aspeto de ruína abandonada. O efeito é incrível!



Sim, sou eu ali encostada à arvore gigantona.









Raízes que servem de baloiço